Porto
"Quem vem e atravessa o rio, junto à Serra do Pilar, vê um velho casario que se estende até ao mar. Quem te vê ao vir da ponte és cascata sanjoanina erigida sobre um monte, no meio da neblina, por ruelas e calçadas, da Ribeira até à Foz, por pedras sujas e gastas e lampiões tristes e sós. Esse teu ar grave e sério dum rosto de cantaria que nos oculta o mistério dessa luz bela e sombria. Ver-te assim abandonado nesse timbre pardacento, nesse teu jeito fechado de quem mói um sentimento... e é sempre a primeira vez, em cada regresso a casa, rever-te nessa altivez de milhafre ferido na asa." - Carlos Tê
sábado, 20 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Pulp - Something Changed
Porque acredito mesmo que tudo acontece por uma razão... Vamos lá descobrir a razão desta "coincidência"...
domingo, 14 de novembro de 2010
Aung San Suu Kyi
Aung San Suu Kyi foi finalmente libertada, após sete anos e meio de prisão domiciliária! Vários chefes de Estado comentaram a sua libertação. Um, não me lembro qual e nem estou aí, fez-me sorrir ao dizer que esta libertação já devia ter acontecido há mais tempo. Na altura sei que pensei: "não me lembro de alguma vez ter ouvido este país fazer alguma coisa para tal... Ah! Claro que não, a Birmânia não tem petróleo!!!".
Também me arrancou um gargalhada a declaração de Sarkozy, que afirmou que a partir de agora vai estar de olho no governo de Mianmar a ver se este não volta a reprimir as acções da prémio Nobel da Paz! Mas é claro que volta... aliás, nunca deixou de o fazer.
Quanto ao sr. Sarkozy, seria bom que aproveitasse a onda de preocupação pelas liberdades fundamentais do ser humano e olhasse um pouco mais para a injustiça social do seu país.
Fico, evidentemente, muito satisfeita com a libertação de Aung San Suu Kyi, mas continuo preocupada com o destino do povo de Mianmar, pois acho que o encarceramento da liberdade continua, como que com pena máxima, naquele país. A ver vamos o que nos trazem os próximos dias....
Também me arrancou um gargalhada a declaração de Sarkozy, que afirmou que a partir de agora vai estar de olho no governo de Mianmar a ver se este não volta a reprimir as acções da prémio Nobel da Paz! Mas é claro que volta... aliás, nunca deixou de o fazer.
Quanto ao sr. Sarkozy, seria bom que aproveitasse a onda de preocupação pelas liberdades fundamentais do ser humano e olhasse um pouco mais para a injustiça social do seu país.
Fico, evidentemente, muito satisfeita com a libertação de Aung San Suu Kyi, mas continuo preocupada com o destino do povo de Mianmar, pois acho que o encarceramento da liberdade continua, como que com pena máxima, naquele país. A ver vamos o que nos trazem os próximos dias....
Hard Club
Confesso que só ontem fui ao renovado mítico Hard Club, que em Outubro passado se mudou de margem, de Gaia para o Porto, mais concretamente para o Mercado Ferreira Borges. Gostei imenso! Só não me agradou a chuva que nos fez chegar ao carro completamente encharcados. Ontem à noite choveu "cães e gatos" na cidade do Porto.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Luna
Discípulo: Como posso encontrar a minha natureza de Buda?
Mestre: Tu não tens natureza de Buda.
Discípulo: E os cães?
Mestre: Eles, sim, têm natureza de Buda.
Discípulo: Então, porque não tenho natureza de Buda?
Mestre: Porque precisas de perguntar.
Estes mestres peludos, babões e brincalhões, mesmo nos piores dias de cão, sentam-se, olham-nos e expressam as mais puras qualidades: honestidade, lealdade, amor, compaixão e alegria.
Um ano de vida de um cão vale bem os 7 do ser humano, pois eles não vivem com o inútil nas suas cabeças e corações e sabem bem o que é o amor incondicional.
Também sabem o que é verdadeiramente importante, como uma sesta ao sol, ou um longo passeio sem destino certo.
A minha cadela conhece-me profundamente e eu amo-a profundamente. A ela e a todos os cães e outros animais que já amei e que entraram e saíram, e entraram e saíram, e entraram e saíram, da minha casa, de junto de mim.
A todos eles e a ti, Luna, obrigada!
Gosto de sushi, de grão de bico e de feijão. Gosto de chá verde, cerveja e vinho tinto.
Gosto da minha família e dos meus amigos. Gosto de animais.
Gosto de meditação e reiki. Gosto de fazer acupunctura.
Gosto de música e de ler.
Gosto de ir a concertos e ao teatro.
Gosto de conduzir, sobretudo a alta velocidade.
Gosto de ter medo e de superar esse medo.
Gosto da minha casa.
Gosto da minha cidade.
Gosto da sofisticação da semana e da descontração do fim de semana.
Gosto dos meus vestidos e stilettos. Gosto dos meus jeans e do meu blusão de couro. Gosto de botas.
Gosto de pulseiras e anéis grossos.
Gosto de perfumes suaves e gosto de "Eau de Merveilles".
Gosto da Natureza, de ar puro, do sol e do mar. Gosto da terra e do campo.
Gosto de estar em casa em tardes de chuva, e comer scones com doce de morango.
Gosto de mimos e de dar beijinhos.
Gosto de rir, rir, rir... e de sorrir.
Gosto de tatuagens.
Gosto de ganhar, até a feijões.
Gosto de flirtar.
Gosto de fazer exercício e de cenas radicais.
Gosto do novo. Gosto do alternativo.
Gosto do meu trabalho.
Gosto de pensar e de escrever.
Gosto de chocar.
Gosto de chocolate negro e de profiteroles.
Gosto de maçãs, peras e maracujás.
Gosto de corpos atléticos.
Gosto de braços, à minha volta, de mãos, pescoços e olhos.
Gosto de almoços e jantares prolongados. Gosto de esplanadas.
Gosto de cuidar. Gosto que cuidem de mim (ufa! consegui...)
Gosto que me ouçam e que falem pouco.
Gosto do silêncio.
Gosto de viajar, conhecer pessoas e locais.
Gosto de aprender, gosto de sentir, gosto de tocar.
Gosto de preto, azul escuro e verde limão!
Gosto de motas.
Gosto de espinafres.
Gosto de cortar na casaca.
Gosto da Kimidol.
Gosto de respeito.
Gosto de dar... e receber, claro!
Gosto da minha família e dos meus amigos. Gosto de animais.
Gosto de meditação e reiki. Gosto de fazer acupunctura.
Gosto de música e de ler.
Gosto de ir a concertos e ao teatro.
Gosto de conduzir, sobretudo a alta velocidade.
Gosto de ter medo e de superar esse medo.
Gosto da minha casa.
Gosto da minha cidade.
Gosto da sofisticação da semana e da descontração do fim de semana.
Gosto dos meus vestidos e stilettos. Gosto dos meus jeans e do meu blusão de couro. Gosto de botas.
Gosto de pulseiras e anéis grossos.
Gosto de perfumes suaves e gosto de "Eau de Merveilles".
Gosto da Natureza, de ar puro, do sol e do mar. Gosto da terra e do campo.
Gosto de estar em casa em tardes de chuva, e comer scones com doce de morango.
Gosto de mimos e de dar beijinhos.
Gosto de rir, rir, rir... e de sorrir.
Gosto de tatuagens.
Gosto de ganhar, até a feijões.
Gosto de flirtar.
Gosto de fazer exercício e de cenas radicais.
Gosto do novo. Gosto do alternativo.
Gosto do meu trabalho.
Gosto de pensar e de escrever.
Gosto de chocar.
Gosto de chocolate negro e de profiteroles.
Gosto de maçãs, peras e maracujás.
Gosto de corpos atléticos.
Gosto de braços, à minha volta, de mãos, pescoços e olhos.
Gosto de almoços e jantares prolongados. Gosto de esplanadas.
Gosto de cuidar. Gosto que cuidem de mim (ufa! consegui...)
Gosto que me ouçam e que falem pouco.
Gosto do silêncio.
Gosto de viajar, conhecer pessoas e locais.
Gosto de aprender, gosto de sentir, gosto de tocar.
Gosto de preto, azul escuro e verde limão!
Gosto de motas.
Gosto de espinafres.
Gosto de cortar na casaca.
Gosto da Kimidol.
Gosto de respeito.
Gosto de dar... e receber, claro!
The Doors - Waiting for the sun
"Quem espera sempre alcança." Um hino ao caminho percorrido até que se alcança o que se deseja. Um caminho onde temos o tempo e o espaço para recriar e nos deliciar com o objecto do nosso desejo. Saber esperar é visualização criativa, é criar oportunidades.
Não encaro este tempo como passividade, mas como a conquista de um estado sereno e seguro.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Conselhos da Vicky
"Não apagues a sede com água salgada." Este ouvi-o no Verão e apenas achei piada. Passado um tempo fiquei com a sensação que tinha bebido um oceano inteiro!
O Amor
"...não se interrogava em saber se o amava. O amor, no seu entender, devia surgir de repente, com ruídos e fulgurações, tempestade dos céus que cai sobre a vida e a revolve, arranca as vontades como folhas e arrebata para o abismo o coração inteiro. Ela não sabia que nos terraços das casas a chuva forma poças quando as calhas estão entupidas, de maneira que se pôs de sobreaviso, até que subitamente descobriu uma fenda na parede."
Gustave Flaubert
Gustave Flaubert
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