Porto
"Quem vem e atravessa o rio, junto à Serra do Pilar, vê um velho casario que se estende até ao mar. Quem te vê ao vir da ponte és cascata sanjoanina erigida sobre um monte, no meio da neblina, por ruelas e calçadas, da Ribeira até à Foz, por pedras sujas e gastas e lampiões tristes e sós. Esse teu ar grave e sério dum rosto de cantaria que nos oculta o mistério dessa luz bela e sombria. Ver-te assim abandonado nesse timbre pardacento, nesse teu jeito fechado de quem mói um sentimento... e é sempre a primeira vez, em cada regresso a casa, rever-te nessa altivez de milhafre ferido na asa." - Carlos Tê
domingo, 5 de dezembro de 2010
O poder libertador do palavrão
Sempre acreditei no poder libertador do palavrão. É que um valente palavrão dito de uma certa forma, na altura certa tem a capacidade de provocar autênticas explosões em mentes humanas! Neste momento, apetece-me encher-te com um chorrilho deles, mas aqui fica apenas este: "Quando deixas de masturbar essa mente e decides foder a vida a sério???"
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário